As nossas férias parte III – Lausanne, Montreux e Geneva

Links para os episódios anteriores no fim do post.

Depois da maravilhosa tarde em Gruyères, o tempo mudou e chegámos a Lausanne debaixo de chuva torrencial.

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Estacionámos  em frente ao hotel onde íamos passar a noite, e mesmo com tanta chuva fomos dar um passeio pela cidade.

Jantámos num restaurante italiano, nada de especial, e regressámos ao hotel cheios de frio e um pouco desapontados com o tempo.

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Para o dia seguinte tínhamos planeado caminharmos até Montreux e voltarmos de comboio a Lausanne, mas com tanta chuva não nos apeteceu andar 30 kms.

Era um passeio que com eu sonho desde a primeira vez que visitei esta região, e há até percursos à volta do lago Geneva, mas debaixo de chuva torrencial, não me parece que seja divertido.

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Em vez disso e depois do pequeno almoço, decidiomos  partir directamente para Chamonix, via Montreux, fazer o check in e conduzir até Geneva para visitar a cidade e ir esperar o meu mano ao aeroporto.

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Montreux é um dos mais belos locais que já visitei. Lembro-me de ser adolescente e me sentar à beira do lago e pensar que se Deus existe, é aqui que passa as férias.

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Valeu o dia pelos Alpes e pelas fotografias que conseguimos tirar nas poucas abertas da chuva. E claro por termos reencontrado o meu mano.

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Tenho pena de não termos passeado mais por Geneva que é uma cidade tao bonita, fica para o ano!

Ai mas está a chover tanto... - Anda para a frente que não passamos por Geneva sem ver o repucho!

Ai mas está a chover tanto… – Anda para a frente que não passamos por Geneva sem ver o repucho!

 

Depois de deixarmos o Pedro no apartamento que tinha alugado com os amigos, voltámos ao nosso hotel onde jantámos e passamos o serão a planear o dia seguinte.

 

Leiam a primeira parte da nossa viagem aqui e a segunda aqui.

Finalmente Giger – as nossas férias parte II

Leiam o primeiro capítulo aqui.

 

No fim do primeiro episódio das nossas pequenas férias deixei-vos a caminho de Gruyères na Suíça.

A nossa passagem por esta aldeia é um sonho de anos e não tanto para comermos queijo. É em Gruyeres que se situa o bar e o museu do artista suíço Giger, do qual já vos falei aqui e aquiIMG_2613.

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À chegada a Gruyeres num domingo à tarde apercebemo-nos imediatamente que este é um local de romaria domingueira para os locais, e peregrinação para nerds como nós.IMG_2612

Sem brincadeira, o parque de estacionamento improvisado no sopé da montanha é organizado pela policia local.

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É um local encantador, e admito com alguma vergonha que se não fosse por Giger, nunca nos lembraríamos de passar por lá. Um aldeia medieval no topo de uma montanha, com casinhas lindas e tradicionais, um dos mais importantes castelos da Suíça vale, mesmo que não gostem de Giger uma visita.

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O museu Giger situa-se no castelo de Sait Germain  para grande desapontamento nosso, as fotografias são proibidas. Dentro desde pequeno castelo podemos encontrar tanto a obra deste artista como a sua colecção pessoal, aliens e artefactos criados para vários filmes, incluído a cadeira Harkonnen, mobiliário, pintura e escultura.

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Do outro lado da rua o bar Giger, com mobiliário e decoração criadas pelo artista, onde nos podemos sentar nas cadeiras que tanto admiramos e beber “alien blood”, ou comer merengues com Chantilly.

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O ambiente, paredes e tecto fazem-nos um pouco sentir dentro de um gigante animal, ou quase na capela dos ossos.

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Antes de deixarmos Gruyères  ainda nos sentámos na praça principal para um fondue, tinha de ser.

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Tanto o Viking como eu adoramos queijo, mas até para nós este prato é demasiado pesado e gorduroso. E olhem que sou eu a dizer-vos isto, imaginem! Para o Viking foi um bocadinho pior porque como ia guiar acompanhou esta piscina de queijo como coca-cola.

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Com uma overdose de queijo e a ouvir as artérias a entupir, lá cambaleamos montanha abaixo e rumámos a caminho do nosso próximo destino: Lausanne

 

No próximo capítulo:

Os alpes

Finalmente o meu mano chega a Chamonix.

As nossas férias – De casa a Gruyères e Giger

A primeira parte do relato das nossas pequenas férias. Ainda sem fotografias bonitas, esperem pelo próximo episódio!

O Viking e eu adoramos viajar de carro, estamos sozinhos, sem computadores ou trabalho, sem atrasos nas partidas e chegadas. Paramos onde queremos, ouvimos as estacões de radio dos países que atravessamos, chegamos aos hotéis sempre tarde, e não há dia que não rebente uma discussão no carro entre o Viking e a senhora do gps, mas divertimo-nos imenso um com um outro, e estamos sempre prontos para uma road trip.

Com o objectivo de fazer a assistência ao meu mano durante o TDS, lá nos metemos à Estrada rumo a Chamonix.Partimos sábado de manhã, eu sem dormir porque tinha trabalhado sexta-feira à noite, o Viking a saltar de excitação. Eu admito que estava tão  cansada que adormeci imediatamente agarrada à minha almofadinha que me acompanha sempre que tenho de dormir fora de casa.

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Acordei ainda na Dinamarca e como é meu costume perguntei logo ao Viking se já tínhamos chegado ou se faltava muito.Atravessámos a Dinamarca e passámos de ferry para a Alemanha. Dormimos a primeira noite em Heidelberg no Holiday Inn Express Heidelberg – City Centre.

Confortável, moderno e central.

Confortável, moderno e central.

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Domingo fui a primeira a acordar, para esse dia tínhamos planeado a visita ao museu e ao bar Giger e eu mal podia esperar por iniciar mais um dia de viagem.

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À medida que nos fomos aproximando da Suíça a paisagem foi-se mostrando cada vez menos industrial e cinzentona e dando lugar a montanhas, prados e vaquinhas. A chuva tornara tudo ainda mais verdinho, e embora não estivéssemos na Áustria eu só tinha vontade de sair do carro e cantar montanha abaixo “ the hills are alive! With the sound of music!”

Chegámos a Gruyères domingo à tarde, mesmo a tempo de acompanhar a romaria de turistas que também estavam a visitar esta pequena cidade medieval.

Cenas do próximo capítulo:

Giger, Giger, Giger, Giger e 5000 calorias por garfada, já bem podemos rebolar montanha abaixo.