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Berlim 2017 – dia 1 – palácios, Akhenaten e sobremesas

Acordámos na sexta-feira prontos a atacar um dia cheio de aventuras e muitos kilometros andados. Depois do pequeno-almoço tomado saímos para visitar o Palácio de Charlottenburg e os seus jardins. Este é um enorme palácio, em estilo barroco e rococo,  datado dos sec XVII e XVIII e grandemente reconstruido depois da Segunda Guerra Mundial.

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A minha vida na Suécia · Por aí · Uncategorized

London Calling – Maio 2016 – dia um e algumas dicas e sugestões

Antes de mais obrigada por nos terem acompanhado nas nossas mini férias em Londres durante a semana passada via instagram. Foi um prazer ter-vos tido ao nosso lado.

Neste primeiro post sobre esta viagem deixo-vos o relato do nosso dia 1 e partilho convosco também algumas sugestões práticas. Estas são as nossas dicas, adaptadas ao nosso estilo de vida e preferências, e claro que se procuram outro tipo de experiências, haverá outros e melhores guias. (vejam o fim do post para o guia)

A nossa viagem dia 1 – Trafalgar square, Portrait Gallery e um tesouro escondido

Chegámos a Londres ainda antes de almoço. De Gatwick apanhámos o comboio para Victoria e dai o tube para o hotel.

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Victoria

 

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Sozinhos na nossa estação de metro

Como ainda era muito cedo para o check in, deixámos as malas e fomos logo dar um passeio pelo Hyde Park.

De Marble Arch apanhámos o autocarro para Trafalgar Square e para visitar os dois locais que nunca perdemos sempre que visitamos Londres.

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A cripta da igreja de Saint Martin in the fields deve ser um dos melhores tesouros escondidos de Londres.

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Comer numa cripta nao é para todos, é um restaurante mais estilo cantina, com mais velhotes locais a comer do que turistas, é barulhento e a dar para o escuro, mas a comida é honesta, simples e fresca.

Aqui em vez de “sir” os  clientes são tratados por “love”, podem almoçar, ou comer um bolo, um café, até afternoon tea, sempre com preços muito acessíveis.

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Vejam aqui o menu e direccoes.

Eu, peco sempre  crumble e uma banheira de custard, até desta vez com um calor de derreter! Tem de ser! Comi também uma sopa, o viking fish and chips. Partilhámos a sobremesa que claro nao conseguimos terminar.

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Do outro lado da rua está o meu local favorito em Londres a National Portrait Gallery.

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A entrada neste museu é livre, e aqui passamos sempre horas, eu se pudesse passava aqui dias, mas o Viking passado algum tempo comeca a reclamar com fome e sede….

Como nao podemos tirar fotografias dentro do museu, retirei imagens do site do museu para vos mostrar as minhas trës imagens favoritas.

As irmas Bronte

NPG 1725; The BrontÎ Sisters (Anne BrontÎ; Emily BrontÎ; Charlotte BrontÎ) by Patrick Branwell BrontÎ
by Patrick Branwell Bronte, oil on canvas, circa 1834 (no centro da imagem, mais ou menos tapado com um pilar, está o que se pensa ser o auto-retrato do irmão Bronte, autor da pintura.

Marc Quinn – Self

NPG 6863; Marc Quinn ('Self') by Marc Quinn
by Marc Quinn, blood (artist’s), liquid silicone, stainless steel, glass, perspex and refrigeration equipment, 2006 –

Desta vez para grande desapontamento meu, e mais um “Aiiiiiiiiiiii que calor tenho de ir beber qualquer coisa” do viking, a cabeça  não estava em exposição.

Eu assim que cheguei vi que  nas salas onde a costumo encontrar havia uma exposição temporária, corri escada acima escada abaixo, nada. Perguntei finalmente a um guarda:

-Desculpe, onde está a cabeca do Marc Quinn?

– Nao está em exposicao, está a restaurar …..

-Nooooooooooooooooooo!!!!!!

-Volta em Junho…..

-yeah……

E o meu retrato favorito, a imagem que me  faz voltar a este museu vezes sem conta, qualquer dia masacro-vos com com post  e uma sobremesa baseados nesta imagem.  Assim que chego ao museu corro escada acima e no labirinto de salas, visitas de estudo de escolas e turistas, lá está ela à minha espera. O viking senta-se a descansar, brinca com telemóvel, “já podemos ir ver as outras salas?”, “só mais um bocadinho”.

A mulher de Charles I num vestido verde, não ha retrato mais belo em todo o museu.

NPG 1247; Henrietta Maria by Unknown artist, background by  Hendrik van Steenwyck
by Unknown artist, background by Hendrik van Steenwyck, oil on canvas, circa 1635

Embora estivéssemos bastante cansados ainda demos um passeio, fomos a Carnaby Street comprar Doc Martens, bebemos cerveja e uma sangria e fomos andando para casa ao fim da tarde.

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Tinhamo-nos levantado antes da quatro da manhã. e com tanto calor e cansaço optámos por comprar umas saladas no waitrose, e ir para o hotel tomar banho e finalmente dormir!

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A nossa casinha em Londres

 

 

 

No dia dois –  próximo o post:

Gilbert Scott

O meu viking parte-me toda

e  Fortnum e Mason

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Se conhecem bem Londres, saltem esta parte do post que honestamente estou a escrever para clientes da Padaria que planeiam visitar a cidade.

Chegar a Londres e Transportes:

O viking e eu viajamos para Londres de Copenhaga, e quase sempre com a easy-jet. Como o Magnus é muito alto compramos os bilhetes  para lugares com mais espaco para as pernas e compramos também duas malas de porão. Ainda assim quase sempre voar com a easy-jet é uma alternativa mais económica e em voos curtinhos vale a pena. Voamos para Gatwick e penso que estes voos também estão disponíveis de Portugal. Ainda abordo podem comprar os bilhetes para o Gatwick Express para o centro de Londres, de outra forma podem adquirir os bilhetes com muita facilidade no aeroporto.

Este comboio leva-vos ao centro de Londres e  na estacao de Victoria há ligação ao metro/tube.

Em Victoria podem comprar um Oyster card. É uma espécie de passe, na primeira vez compram o cartão e recarregam, depois disso basta recarregar, nós temos os nossos há anos.

Pagam por viagem, mas há um limite diário para o dinheiro que é debitado do cartão. Podem ler mais sobre o Oyster e fazer o dowloado dos mapas de metro e autocarro aqui.

Viajar de metro/tube é a forma mais rápida de nos movimentarmos em Londres, mas nós preferimos os autocarros. Eu adoro este mapa dos autocarros de londres, sabemos sempre ondes estamos e o que podemos visitar a seguir. Há linhas que atravessam a cidade passando por imensos locais conhecidos, e escusamos de andar naqueles autocarros cheio de turista japoneses.

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Onde ficar:

Há uns anos estivemos em Londres, ao mesmo tempo que o meu sogro, quando nos escontrámos para tomar chá descobrimos que ele e a mulher estavam a pagar por noite no hotel deles o equivalente a quatro noites no nosso.

Essencial para nós é um quartinho limpo com casa de banho só para nós, Wi-fi, central e com uma ligação próxima ao tube, ou estacao de autocarro.

A nossa área favorita para ficar é Paddington e Bayswater, uma zona cheia de hotéis e restaurantes, muitos turistas e muito central. Fica na parte de cima do hyde park e podem daqui caminhar para por exemplo Oxford Street ou Notting Hill.

Nas nossas últimas visitas temos ficado no Corus hotel, e recomendo. Os quartos não são enormes, mas têm tudo o que precisamos e atravessando a rua estamos no Hyde  Park. Eu adoro sair e caminhar pelo parque até Marble Arch.

Nós nunca escolhemos a opcao de tomar o pequeno almoço no hotel, é caro e como eu apenas bebo café nao vale no nosso caso a pena. Há imensos lugares onde podem comer uma sandes, ou um iogurte e um café. O viking e eu gostamos to Prete a Manger para o pequeno almoço. Há também muitos pubs que servem o pequeno almoço típico e hotéis que “oferecem” o pequeno almoço.

O que visitar

Há uns anos li num fórum de viagens um comentário de alguém que diz que tinha ido a Londres e regressado muito despontada  porque tirando uns pubs não havia nada para fazer ou visitar.

Eu encontro sempre coisas novas para fazer, mas planeio a viagem de casa. Há museus que só visitei uma vez e locais aos quais volto outra e outra vez.

Na primeira vez que o viking e eu fomos juntos a Londres, e como querimaos visitar imensas coisas os dois, fizemos um plano para todos os dias, e comprámos online bilhetes para locais onde sabíamos já que ia haver grandes filas como a torre de Londres.

Planear a viagem é essencial para nós, porque detestamos férias de papo para o ar, mas aqui como em tudo, há gostos paa tudo.

Podem ler mais sobre onde comemos, o que fazemos e o que visitamos, nos posts com a Tag – Londres.

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Finalmente Giger – as nossas férias parte II

Leiam o primeiro capítulo aqui.

 

No fim do primeiro episódio das nossas pequenas férias deixei-vos a caminho de Gruyères na Suíça.

A nossa passagem por esta aldeia é um sonho de anos e não tanto para comermos queijo. É em Gruyeres que se situa o bar e o museu do artista suíço Giger, do qual já vos falei aqui e aquiIMG_2613.

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À chegada a Gruyeres num domingo à tarde apercebemo-nos imediatamente que este é um local de romaria domingueira para os locais, e peregrinação para nerds como nós.IMG_2612

Sem brincadeira, o parque de estacionamento improvisado no sopé da montanha é organizado pela policia local.

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É um local encantador, e admito com alguma vergonha que se não fosse por Giger, nunca nos lembraríamos de passar por lá. Um aldeia medieval no topo de uma montanha, com casinhas lindas e tradicionais, um dos mais importantes castelos da Suíça vale, mesmo que não gostem de Giger uma visita.

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O museu Giger situa-se no castelo de Sait Germain  para grande desapontamento nosso, as fotografias são proibidas. Dentro desde pequeno castelo podemos encontrar tanto a obra deste artista como a sua colecção pessoal, aliens e artefactos criados para vários filmes, incluído a cadeira Harkonnen, mobiliário, pintura e escultura.

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Do outro lado da rua o bar Giger, com mobiliário e decoração criadas pelo artista, onde nos podemos sentar nas cadeiras que tanto admiramos e beber “alien blood”, ou comer merengues com Chantilly.

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O ambiente, paredes e tecto fazem-nos um pouco sentir dentro de um gigante animal, ou quase na capela dos ossos.

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Antes de deixarmos Gruyères  ainda nos sentámos na praça principal para um fondue, tinha de ser.

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Tanto o Viking como eu adoramos queijo, mas até para nós este prato é demasiado pesado e gorduroso. E olhem que sou eu a dizer-vos isto, imaginem! Para o Viking foi um bocadinho pior porque como ia guiar acompanhou esta piscina de queijo como coca-cola.

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Com uma overdose de queijo e a ouvir as artérias a entupir, lá cambaleamos montanha abaixo e rumámos a caminho do nosso próximo destino: Lausanne

 

No próximo capítulo:

Os alpes

Finalmente o meu mano chega a Chamonix.